APRESENTAÇÃO

A LAGOA nasceu no ano de 2016 em Lisboa, impulsionada coletivamente por artistas ligados ao c.e.m - centro em movimento. Embebidos da filosofia do trabalho artístico que é desenvolvido por esta estrutura transdisciplinar portuguesa, há mais de duas décadas. 

 

Enquanto associação cultural, permite que os artistas associados desenvolvam as linhas de pesquisa as quais se dedicam podendo concorrer à financiamentos e projetos de criação com o suporte do coletivo. É o caso da dupla Clara Bevilaqua e Guilherme Calegari, artistas educadores que viram o seu projeto de arte educação se transformar em realidade ao longo dos últimos anos, criaram a BAILEIA e com eles temos tido a oportunidade de aprofundar o trabalho na área da educação e da comunidade. 

 

A bailarina, professora, criadora e produtora Mariana Lemos, têm dirigido artisticamente os projetos da Lagoa desde o seu início e dedica-se agora a criar a vertente da associação dedicada à música, experimentação e improvisação, AFÁRÁ realizações artísticas é o novo movimento que a Lagoa está a apoiar. 

 

Enquanto coletivo, desenvolvemos uma abordagem que chamamos de PÚBLICOS DE FUTURO. Tivemos já a oportunidade de fazer acontecer espetáculos e oficinas para todas as idades. O nosso portfólio inclui os espetáculos MUTIRÃO (2016) CONVERSAS DE CORPO (2016-2020) JUNTO (2018-2020). Tivemos apoios para a criação da GDA, Fundação Calouste Gulbenkian e mais recentemente o apoio da Dgartes em 2020, para desenvolvimento e pesquisa da nossa nova criação COM A CASA ÀS COSTAS, um projeto piloto para escolas, creches e infantários, com estreia prevista para 2021.  

HISTORIAL

A LAGOA nasceu no ano de 2016 em Lisboa, impulsionado coletivamente pelos artistas Sara Jaleco, Mariana Lemos, Clara Bevilaqua, Gui Calegari, Lysandra Domingues e Catherine Boutaud. A partir das primeiras experiências de criação, na qual colaboraram connosco: Ainhoa Vidal (dança); Márcia Lança (dança); Flávia Diab (produção); Etienne Gentil (arquitetura); Bernardo Marques (produção); Eléonore Labattut (arquitetura); Simon Deprez (arquitetura); Pedro Boléo Rodrigues (música); Rita Gonzaga (figurino); Sérgio Moreira (luz), seguimos fortalecendo um núcleo de ação mais próximo, que reúne criadores nas áreas da dança, música, cinema, design e produção cultural.

O c.e.m - centro em movimento é a estrutura artística que nos apoia e acolhe desde o início, dando espaço para a realização de formações e a integração dos nossos artistas no núcleo de trabalho de fundo das aulas regulares: a Baileia (Clara B. e Gui Calegari) e as Práticas de Afinação da Presença (Mariana Lemos).  

A nossa primeira criação coletiva, o espetáculo MUTIRÃO, foi co-produzido pela Culturgest, teve apoio da Fundação GDA - Gestão dos direitos dos artistas e ficou em cartaz ao longo de 1 mês, nos jardins da Fundação Caixa Geral de Depósitos, acolhendo um público de cerca de 200 famílias, dos 0 aos 80 anos.  

Em julho de 2017, no c.e.m, tivémos a nossa primeira semana intensiva de oficinas e workshops, o ALAGAR, que contou com a presença de artistas locais e um convidado de fora, o artista Tuca Pinheiro (BR). Em abril de 2018, no município de Torres Novas numa co-produção com o Teatro Virgínia e com o apoio e a participação da comunidade, realizámos no Convento do Carmo - com um grupo de 12  jovens - o PASSAR TEMPO.  

 

No que toca a circulação de espetáculos, para nós, a importância de uma proximidade com as pessoas, trouxe a criação Conversas de Corpo - um espetáculo criado no Brasil em 2014 com direção da artista Fernanda Bevilaqua - e que segue em digressão em Portugal desde 2017, tendo tido o apoio da Câmara Municipal de Lisboa. Acompanhado e acolhido pelo Coletivo, o espetáculo apresentou-se em teatros por todo país como o Teatro das Figuras (Faro), Teatro Virgínia (Torres Novas), Teatro da Trindade (Lisboa), Teatro Aveirense, CAE Sever do Vouga e Montemor-o-Novo.

Em dezembro de 2018 estreia o JUNTO, um espetáculo-instalação para e com bebés, suas famílias, amigos e escolas. Teve apoio para a criação da Fundação GDA e é co-produzida pelo Teatro da Trindade/Fundação Inatel. Já esteve no CAE de Sever do Vouga, no CAA de Águeda, no Cine Teatro de Pombal pela Arte em Rede e no Teatro Aveirense em Aveiro. Demos início à nossa digressão internacional em 2019 no Brasil, nas cidades de Salvador (Goethe Institut) e Uberlândia - Minas Gerais.

Em 2020, no contexto atual em que vivemos, recebemos o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e da CML para a estrutura e da Dgartes para desenvolvimento de uma nova criação. 

Lisboa - Portugal

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Coletivo Lagoa