Lisboa - Portugal

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Coletivo Lagoa

criação clara.b

O nosso trabalho gera espaços de convívio e encontro através da arte e do corpo em movimento. As nossas propostas são pensadas para acontecer no cruzamento entre-gerações, onde o trabalho elaborado para uma faixa etária específica não é um recorte exclusivo, mas antes, um exercício de tornar especial e familiar os conteúdos para cada público. As nossas criações são para todos, bebés, pais, comunidade, educadores, amigos, etc. Toda a pesquisa para este trabalho, bem como o desenvolvimento da linguagem artística deste coletivo, está assente no desejo de desierarquizar as relações entre os corpos. Queremos criar danças, músicas, peças e encontros sem idade. No entanto, consideramos a especificidade de um corpo pequenino em formação, sempre acompanhado de um corpo adulto, ambos em constante crescimento. É no espaço gerado por este encontro a meio caminho que acreditamos que acontece a poesia da arte em consonância com a vida.

HISTORIAL

A LAGOA nasceu no ano de 2016 em Lisboa, impulsionado coletivamente pelos artistas Sara Jaleco, Mariana Lemos, Clara Bevilaqua, Gui Calegari, Lysandra Domingues e Catherine Boutaud. A partir das primeiras experiências de criação, na qual colaboraram connosco: Ainhoa Vidal (dança); Márcia Lança (dança); Flávia Diab (produção); Etienne Gentil (arquitetura); Bernardo Marques (produção); Eléonore Labattut (arquitetura); Simon Deprez (arquitetura); Pedro Boléo Rodrigues (música); Rita Gonzaga (figurino); Sérgio Moreira (luz), seguimos fortalecendo um núcleo de ação mais próximo, que reúne criadores nas áreas da dança, música, cinema, design e produção cultural.

 

O c.e.m - centro em movimento é a estrutura artística que nos apoia e acolhe desde o início, dando espaço para a realização de formações e a integração dos nossos artistas no núcleo de trabalho de fundo das aulas regulares: a Baileia (Clara B. e Gui Calegari) e as Práticas de Afinação da Presença (Mariana Lemos). 

 

A nossa primeira criação coletiva, o espetáculo MUTIRÃO, foi co-produzido pela Culturgest, teve apoio da Fundação GDA - Gestão dos direitos dos artistas e ficou em cartaz ao longo de 1 mês, nos jardins da Fundação Caixa Geral de Depósitos, acolhendo um público de cerca de 200 famílias, dos 0 aos 80 anos. 

 

Em julho de 2017, no c.e.m, tivémos a nossa primeira semana intensiva de oficinas e workshops, o ALAGAR, que contou com a presença de artistas locais e um convidado de fora, o artista Tuca Pinheiro (BR). Em abril de 2018, no município de Torres Novas numa co-produção com o Teatro Virgínia e com o apoio e a participação da comunidade, realizámos no Convento do Carmo - com um grupo de 12  jovens - o PASSAR TEMPO.  

 

No que toca a circulação de espetáculos, para nós, a importância de uma proximidade com as pessoas, trouxe a criação Conversas de Corpo - um espetáculo criado no Brasil em 2014 com direção da artista Fernanda Bevilaqua - e que segue em digressão em Portugal desde 2017, tendo tido o apoio da Câmara Municipal de Lisboa. Acompanhado e acolhido pelo Coletivo, o espetáculo apresentou-se em teatros por todo país como o Teatro das Figuras (Faro), Teatro Virgínia (Torres Novas), Teatro da Trindade (Lisboa), Teatro Aveirense e CAE Sever do Vouga.


Em dezembro de 2018 estreia o JUNTO, um espetáculo-instalação para e com bebés, suas famílias, amigos e escolas. Teve apoio para a criação da Fundação GDA e é co-produzida pelo Teatro da Trindade/Fundação Inatel. Já esteve no CAE de Sever do Vouga, no CAA de Águeda e vai integrar a programação da Arte em Rede (2019/20), visitando outros municípios do país e preparando-se para uma digressão internacional, que começa pelo Brasil.